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Grécia e Itália (Texto de Edson, 11/ 2008)
Se passaram dois anos e eu aqui na Alemanha tentando aprender o alemão. Confesso que não estou satisfeito com o resultadoobtido até agora. Alíngua alemã não é dada fácil mas, penso que, se a estrutura social aqui fosse diferente, certamente eu já estaria com domíno total da lígua. O problema é que o país está saturado de estrangeiro, penso que a presença deles não cheira muito bem para a maioria dos alemães. Imigrante que tem medo de falar o pouco de alemão que sabe, com é o meu caso, alemães que não têm a menor paciência com quem não sabe falar bem, são alguns dos fatores que contribuem para uma certa exclusão social dos imigrantes. Falo sobre o sul, a região onde vivo mas, pelo que eu sempre vejo na tv, a situação está mais ou menos generalizada. Mas quero deixar claro que, o governo alemão tem sim programa de inclusão social e, acho que há uma certa revolta por parte dos alemães pelo fato que, o imgrante que vive aqui legalmente e está desempregado assim como qualquer outro alemão, recebe uma ajuda social em dinheiro, dinheiro esse uriundo do pagamento dos impostos dos trabalhadores alemães. Acho que isso é a causa chavede tal desgosto. Mas em relação a isso os alemães podem ficar sossegados, pois meu objetivo não é ficar „coçando o saco“ e receber o dinheiro deles, mas sim estudar e, conhecer de forma íntima a cultura da Janina, principalmente agora quenos nos casamos. Por falar em casamento, justamente de dois que amam aventuras, a nossa lua de mel não poderia ser de outra forma, se não uma viagem longa.. Viajamos quatro semanas pelas cidades históricas da Grécia e Itália Pena que não fomos de moto mas sim de carro. Fomos até a charmos Veneza, uma cidadebem diferenciada não só pelo valor histórico, mas também pelas rua de água, os chamados canais. Foi a segunda vez que a visitams. Lá pegamos o (ferry bot) e, depois de dois dias nevegando chegamos em solo grego na cidade de Patras. Eram cinco e meia da manhã, para mim, começava ali mais uma grande aventura, uma viagem pelo ístimo peloponoso, centro nervoso da Grécia antiga. Para a Janina tudo que nos aguardava já era bem familiar, pois já havia viajado vária vezes com afamília dela por lá. Mas para mim em especial era como nossa primeira viagem pela América Latina, com muita ansiedade, muitas perguntas e emoção, pelo fato de está indo rumo ao desconhecido , não totalmente por se tratar de algo que está ao literatura. De Patras seguimos direto para Olympia. Ao entrar no estádio fiz uma breve viagem no passado imaginando como teria sido a festa dos jogos naquele local. Aproveitei a oportundade para dar uma volta correndo no estádio. Eu, atleta de fundo que um dia sonhei em partcipar de uma Olimpíada e nao tive a oportunidade, mas digamos que curei o trauma correndo mesmo sozinho. Entre uma cidade e outra sempre fizemos churrasco à beira da estrada, assávamos lingüíça ou carne. O último sítio histórico grego foi Delfos, a famosa cidade dos oráculos. De lá fomos o mais rápdo possível para Patras onde pegamos o (ferry bot) para Ancona, nao Itála. Logo seguimos para Assis, onde nasceu São Francisco. Depois de viajar pelo mundo da História Antiga, chegou a vez do Renascimento, e assim conhecemos boa parte da Itália. A hospitalidade grega é bem diferente da italiana, apesar de os dois países estarem cheio de turistas, os gregos são de uma paz interior incrível e bem mais acolhedor do que os italianos. A culinária grega é bem simple, podendo ser comparada com a nordestina, mas com resalva. Num restaurante se você pede peixe frito, pois só vem peixe frito com pão. Quem quer arroz tem que fazer um pedido extra. É apenas uma questão cultural que, só em se atravessar uma fronteira já é bem visível o modo de vida das pessoas. No mais a viagem em si foi muito boa, esperamos num futuro bem próximo fazer uma aventura longa, afim de conhecer mais do nosso planeta. Por enquanto, estamos fazendo várias viagens pequenas dentro da Europa, por exemplo fomos com os pais da Janina para Paris em novémbro. Mesmo assim estamos com vontade de fazer um tour major, seja na Amazonia, África ou Ásia.
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